sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mãe só tem uma!



Minha mãe me deu a luz e me tornou tudo que sou, mesmo entre trancos e barrancos, conflitos naturais da convivência que por vezes mina paixões, mas alimenta amores verdadeiros, me ensinou tudo que sei e o principal tudo que me orgulho em saber, desde muito cedo desenvolveu meu raciocínio, minha disciplina, responsabilidade, respeito por tudo e todos, afeto pelos semelhantes e também por que não pelos diferentes? A solidariedade que hoje é o meu combustível veio do exemplo desta linda mulher, que mesmo que aparente ser brava e intrasigente, quebrando a casca sobra muita compaixão e humanidade, ela tem fibra, mesmo que sendo frágil e escondida atrás de sua braveza, é um escudo para se proteger, para evitar sofrer, para impor respeito aos que não sabem a compreender. Mamãe Nazaré, ops...Elianinha, tudo que eu sei e sou foram graças as lapidações que você fez ao meu caráter, aliado a minha personalidade natural, jamais me cansarei de agradecer a sua criação, mesmo que você ache que eu só tenho críticas a você, ao seu jeito de ser, afinal somos muito diferentes, eu não seria igual, mas também se você fosse como eu seria, eu não seria quem eu sou. Complexo? Que amor não é? Ainda mais o amor que nos une, irremediável, inevitável amar você, mas te amaria, mesmo que não fosse inevitável, mesmo que você não fosse minha mãe, mesmo que fosse minha chefe...rs...eu te admiraria e admiração é amor. Mas, já que não tem jeito e você mora comigo, eu te amo, mesmo quando você me irrita, mesmo quando tenho vontade de sair de perto, mesmo quando eu menos te amo, ainda assim eu te amo e amo muito e nem sei o quê eu seria se não tivesse tido a sorte de tê-la como mãe.

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